
Quando a procedência não é conhecida, o indicado é não arriscar. A máxima ficou evidente para uma mulher chilena, após ela ter ingerido um microchip próprio de rastreamento de cachorro ao comer um espetinho de carne que comprou na rua.
A Câmara Municipal da comuna Estación Central, em Santiago, fez uma postagem na última quinta-feira (7), nas redes sociais, para alertar a população sobre os riscos do consumo de alimentos sem procedência conhecida.
A vereadora Michelle Tabilo Gatica relatou que a mulher procurou um hospital ao sentir “incômodo” no estômago. Lá, foi detectado o rastreador em seu corpo. Depois, a apuração apontou que a carne era, de fato, de cachorro.
A autoridade solicitou uma ???inspeção de alimentos no comércio ilegal??? no município, de acordo com o portal “Cooperativa”. Uma operação foi realizada pela prefeitura para fiscalizar o comércio local.

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