A empresa emprega 20 mil pessoas, operando 52 fábricas em seis continentes e com vendas anuais superiores a 9,5 bilhões de dólares canadense.
Reunião sobre construção de acesso provisório
Após o início das atividades da empresa, segundo informações de Clóvis Faria, cerca de 220 veículos pesados e leves precisarão fazer manobras com segurança ao entrar e sair da indústria, correspondendo cerca de 450 manobras diárias.
???A construção desse acesso é indispensável para assegurar o início das atividades da McCain em Araxá e, ao mesmo tempo, prevenir acidentes até que o trevo definitivo seja construído pelo governo do estado???, destacou Faria.
A BR-262 é de pista simples e registra um tráfego diário de 6,6 mil veículos, de acordo com Relatório de Tráfego da Triunfo. Deste total, 3,7 mil são carretas e caminhões.
???Com o início da operação da empresa em julho, se não for construído o acesso provisório, o risco de acidentes fatais no local será altíssimo???, considerou o secretário ??ngelo França.
O acesso provisório está orçado inicialmente em cerca de R$ 300 mil e os recursos fazem parte de um pacote de incentivos concedidos pelo município à McCain, através da Lei Municipal n° 7.435/2020.
De acordo com o secretário de Governo, Rick Paranhos, toda a documentação para a construção do acesso provisório já foi enviada à Triunfo Concebra, que tem 10 dias para analisar. ???Sendo aprovada pela concessionária, a documentação é encaminhada à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para obtenção de autorização da construção do acesso???, complementou Paranhos.
Atraso e indefinição das obras finais do acesso à empresa
Segundo informações da Prefeitura de Araxá, pelo acordo firmado entre o estado e a empresa, as obras do trevo definitivo na BR-262 para garantir o acesso com segurança à indústria são de responsabilidade do Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER/MG).
Ainda conforme a prefeitura, o DER/MG fez a licitação, mas houve demora em assinar o contrato com a empresa que venceu a disputa pelo valor de R$ 4,64 milhões para realizar o serviço.
???E ela desistiu do contrato porque o preço estava defasado. A justificativa era que os insumos de construção foram reajustados, principalmente, os materiais betuminosos, usados na fabricação do asfalto. O Instituto Integrado de Desenvolvimento Econômico (Indi) nos informou que a empresa se recusou a fazer o serviço pelo valor orçado. O governo chamou a segunda colocada, se ela se recusar a aceitar a obra nas mesmas condições, o DER terá de fazer uma nova licitação e isso vai atrasar muito a entrega do novo trevo. ?? possível que ele fique pronto só em 2023???, explicou Rick Paranhos.

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