O tenista brasileiro Gustavo Kuerten venceu, nesta terça-feira (3), o prêmio de comemoração “mais icônica” da história do tênis. A condecoração, criada pelo Hall da Fama Internacional do Tênis, lembrou o coração desenhdo no saibro de Roland Garros em 1997, quando Guga virou uma partida que perdia por 2 sets a 0, contra Michael Russell.
Naquele ano, o brasileiro era o 66º colocado do ranking, mas terminou como campeão. Ao longo da trajetória, eliminou estrelas como Yevgeny Kafelnikov, Thomas Muster e Sergi Bruguera.
Outros quatro prêmios foram anunciados nesta terça-feira. Andy Murray levou o título de “momento de orgulho nacional”, quando ganhou um torneio de simples em Londres.
A rivalidade mais épica, como não poderia deixar de ser, é a entre Novak Djokovic, Roger Federer e Rafael Nadal, que há décadas dominam o ranking da ATP e os títulos de Grand Slam.
Ema Raducanu, campeã do US Open em 2021, levou o prêmio “História de Cinderela”, enquanto Rafael Nadal teve a melhor virada em uma partida, contra Daniil Medvedev, no Australian Open deste ano.

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