Mais uma teoria que cai por terra: Este hábito não é assim tão ‘inocente’

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Urinar no banho é um hábito comum para algumas pessoas. No entanto, esta prática pode ser prejudicial à saúde feminina. De acordo com a urologista norte-americana Teresa Irwin, a repetição deste comportamento faz com que o cérebro associe o barulho da água do chuveiro à necessidade de urinar, mesmo quando não precisa necessariamente de fazê-lo. 

A especialista afirma que o hábito acaba por se repetir em outras situações que envolvem água, como, por exemplo, lavar as mãos ou a louça. No pior dos casos, pode até desencadear um quadro de incontinência urinária, que consiste na perda involuntária de urina.

“Sempre que ouvir o som da água, vai querer urinar porque está habituada a ouvir o som da água no banho”, explicou Teresa Irwin na rede social TikTok. E esta situação pode, em parte, ser explicada pela teoria de Pavlov. No estudo feito com cães, o físico russo Ivan Petrovitsj Pavlov (1849-1936), estudante de farmácia e psicologia, tocava um sino sempre que alimentava os animais. Depois, Pavlov começou a tocar somente a tocar o sino, sem dar comida aos cães, e descobriu que só o toque do sino produziu salivação nos animais.

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