Esquadrão da morte checheno é acusado de executar participantes de ‘sextape’ grupal

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Policiais ligados a um esquadrão da morte da república da Chechênia, parte da Federação Russa, mataram três pessoas após elas aparecerem em um vídeo viral de sexo grupal, segundo o portal “Daily Star”.

As autoridades locais, controladas pelo presidente russo, Vladimir Putin, e pelo aliado Ramzan Kadyrov não teriam visto com bons olhos as imagens divulgadas, de dois homens e duas mulheres em atividade sexual.

Os quatro presentes na fita desapareceram da capital chechena, Grozny, em meados de abril, após a polícia ter recebido ordem para detê-las.

A Radio Free Europe recebeu uma denúncia de um policial de que três delas haviam sido mortas e enterradas em um cemitério no vilarejo de Dyshne-Vedeno, enquanto uma das mulheres teria sido libertada por não ser chechena.

Moradores do local confirmaram que havia três sepulturas novas no distrito, sem identificação. As autoridades negaram as acusações.  O serviço de imprensa do Ministério de Assuntos Internos da Chechênia se recusa a dar detalhes sobre o desaparecimento das pessoas no vídeo viral.

O líder da Chechênia desde 2007, Kadyrov, é acusado de acusado de crimes contra a Humanidade, incluindo assassinatos, desaparecimentos forçados e tortura, e de restringir direitos das mulheres e de operar campos de concentração para gays.

O Kadyrovtsy, seu exército privado, é acusado de agir como um esquadrão da morte, assassinando e raptando oponentes políticos não apenas dentro da Chechênia, como em outras regiões da Rússia e até no exterior. Kadyrov já defendeu publicamente os chamados crimes de honra. Ele apoia abertamente a invasão da Ucrânia, onde operam combatentes chechenos.

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