Feira: Prefeitura se posiciona sobre salário dos professores da rede municipal

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

A prefeitura de Feira de Santana se posicionou nesta quarta-feira (27) sobre a acusação dos professores da rede municipal de ensino, que protestam pelo reajuste de 33,23% do piso salarial, repasse dos precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), cujo o município recebeu R$ 248 milhões e pela falta de estrutura das escolas (relembre aqui).

Em nota, a prefeitura disse que “os salários dos professores da rede municipal de educação de Feira de Santana estão em dia. Por questões administrativas, o governo municipal paga em datas separadas apenas os vencimentos correspondentes a horas extraordinárias ou desdobramento da carga horária, o que atinge apenas um grupo de docentes”, completa.

O município também afirma que a prefeitura investe cerca de R$15 milhões por mês, com pagamentos de salário, pagando até melhor que o Governo do Estado da Bahia. “Já ficou comprovado que a prefeitura paga melhores salários que o Governo do Estado, inclusive, com vários reajustes nos últimos anos. Em 2015 o aumento foi 13%; 2016, 11,36%; em 2017, 7,64%; 2018, 6,81% e 2019, 4,17%. O Estado não oferecia aumento salarial aos professores há sete anos, em dezembro, os professores da rede estadual contaram com o reajuste linear de 4%”, diz.

Em resposta a cobrança do reajuste salarial de 2020, a nota diz que “com a crise financeira instalada pela pandemia da Covid-19, a prefeitura foi obrigada a suspender qualquer tipo de reajuste desde 2020, mas este ano encaminhou para a Câmara de Vereadores a proposta de aumento de 5% para os servidores. Com a proposta, os menos de 3% dos professores da rede municipal com vencimentos inferiores ao piso nacional da categoria, de R$ 3.845,34, para o regime de 40 horas de trabalho, passariam a ganhar mais”. De acordo com a prefeitura, “na lei n° 11.738/2008, o reajuste de 33,23% destina-se aos docentes cujos salários estão abaixo do piso nacional. Portanto, a APLB continua tentando confundir os professores, cobrando 33% de aumento: o que existe é que o piso salarial nacional foi corrigido neste ano em 33% e a prefeitura já paga valores superiores”, afirmou.

A nota também explica que “nos últimos quatro anos, a prefeitura convocou 1.100 professores concursados. Mais de 578 docentes selecionados e contratados através do Reda já estão atuando nas escolas”.

Comentários do Facebook

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Carnaval: Presidente do Comcar aponta superlotação de trios independentes e pede prova de venda de espaço na avenida

No Carnaval de Salvador, a preparação para 2027 já está em curso pelo Conselho Municipal do Carnaval e Outras Festas Populares (Comcar) e...

Homem de 48 anos é indiciado por importunação sexual contra adolescente de 14 anos dentro de mercado de condomínio

Um caso envolvendo menor de idade ocorreu em Sorocaba, no interior de São Paulo. Um homem de 48 anos, identificado como Eduardo Silva...

“Adote um aluno”: Projeto do Conecta EAUFBA oferece bolsas permanência para alunos em vulnerabilidade na UFBA 

<!-- Meta description: Programa Conect+ da UFBA, criado pela rede de ex-alunos Conecta EAUFBA para assegurar a permanência de estudantes em vulnerabilidade com...