Normalmente, o começo de todo namoro é mil maravilhas, não é mesmo? Especialmente quando o casal está se conhecendo e a paixão é muito intensa. Logo, as borboletas no estômago e a euforia de um novo parceiro é sempre excitante, nos fazendo desejar que aquele sentimento dure para sempre.
Inclusive, é comum que nessa fase as pessoas acreditem que a relação será eterna. Afinal, todo mundo começa um namoro acreditando que é com a pessoa amada que irá construir uma família, casamento, casa, etc.
Porém, muitas vezes, alguns problemas começam a aparecer, como ciúmes, discussões e afastamento com a correria do dia a dia. Entretanto, essas questões ainda conseguem ser resolvidas com um certo cuidado, diálogo e respeito entre os namorados. A questão é que muitas vezes, uma das partes acaba recorrendo a traição, o que destrói de uma vez com todo aquele conto de fadas do começo de um namoro.
Na verdade, é até comum que em relações muito longas, como casamentos, as pessoas apontem o desgaste entre o casal, especialmente por falta de contato físico e emocional, para justificar a infidelidade.
Claro, ainda assim, a traição não é algo justificável, seja em uma relação causal, como entre um sugar daddy e sugar baby, amigos, colegas de trabalho ou namorados. Isso porque além da falta de respeito com o outro, o ato pode trazer diversos problemas emocionais aos parceiros.
Porém, como teoricamente no início do namoro a relação está ???quente???, com os dois loucamente apaixonados e sem o menor interesse em outras pessoas, por quê ainda existem traições nesses casos? Logo, a ideia de que uma relação longa e desgastante é o incentivo para infidelidade não cola.
Por conta disso, não vale a pena investir em uma relação em que houver infidelidade no início. Isso porque é um indicativo da personalidade da outra pessoa, com uma possível falta de empatia e respeito pelo parceiro. Além disso, como há menos investimento emocional e financeiro que um namoro um pouco mais longo, não há motivos para não romper a relação.

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