Prefeito de Capela do Alto Alegre vai à justiça reivindicar direito de ver o filho

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Próximo a celebração do Dia dos Pais, comemorado neste domingo (14), o prefeito do município de Capela do Alto Alegre, Claudinei Xavier, popularmente conhecido como Dr. Nei, enfrenta na justiça uma batalha pelo direito de poder ver seu filho de 11 anos, fruto de um antigo relacionamento. Separado há 5 anos, o gestor, que também é médico, entrou com uma ação na justiça de cumprimento de sentença, nesta terça-feira (9) para ter acesso a criança. Segundo Dr. Nei, ele não vê a criança desde março e está impedido de falar com o mesmo via telefone ou vídeos chamadas, a mando da mãe.

 

De acordo com o prefeito, existe uma ação judicial que garante a guarda compartilhada das crianças, mas a resistência da mãe em cumprir o acordo não permite o cumprimento do entendimento. “Eu quero garantir o que está consignado no processo, o juiz determinou que as férias de meio e final de ano, o garoto ficaria 2/3 comigo e 1/3 com a mãe, mas nada disso tem sido cumprido. Eu vi o garoto pela última vez no dia 20 de março”, diz.

 

Na última terça, Claudinei compartilhou em suas redes sociais uma foto com seus advogados, onde na legenda tornou público o que vem passando, e a angústia da incerteza se vai comemorar o dia dos pais com seu filho. “Passei o dia numa luta que já dura alguns anos pelo meu direito inalienável, do qual não abro mão, de ser pai. 5 anos de separado, 5 anos de brigas judiciais para poder ter acesso ao meu filho. O dia dos pais se aproxima e eu fico na instabilidade, sem saber se poderei estar com ele ou não. Que a justiça seja feita!”, publicou o prefeito, com uma foto ao lado dos advogados Matheus Guimarães e Marcos Carvalhal.

 

 

 

 

 

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Uma publicação compartilhada por Prefeito Dr. Nei (@neinovato)

 

O prefeito diz que o garoto está sendo usado em momentos eventuais para dar a entender que não quer vê-lo. “Recentemente eu tive um problema com isso. Eu consegui na justiça uma liminar obrigando a mãe a me entregar o garoto em 24h, após ter ficado 60 dias sem ver meu filho. De repente recebi um telefonema do garoto informando que não queria mais vir. Eu conheço meu filho e senti que ele estava sendo pressionado, então para o seu bem, eu optei a não fazer cumprir a decisão, para não pressioná-lo”, afirma. O mesmo ainda afirma que seu filho sempre adora passar as férias com o pai, contradizendo o que alega a mãe. “Ele não tem nenhum problema comigo, adora animais, quando vem para o interior se espalha, tenho um sítio próximo à sede, e quando ele vem se espalha”, conclui.

 

Procurada pelo Bahia Notícias, a mãe da criança informou que não tem autorização judicial nem dos advogados para tornar o assunto público. “O processo tem sigilo judicial pois envolve interesse de menor, cuja exposição pública acarretará prejuízos psíquicos e emocionais. As medidas judiciais contra quem expor a criança de 11 anos, contra sites, blogs e demais meios sociais estão e serão devidamente tomadas!”, afirmou.

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