Pai de Henry Borel critica absolvição de Monique e Jairinho por tortura e fraude processual

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A juíza do caso Henry Borel, Elizabeth Machado Louro, decidiu absolver o ex-vereador dr. Jairinho e a professora Monique Medeiros de duas acusações: tortura e fraude processual. Na mesma decisão, a juíza decidiu que ambos vão a júri popular. O que ainda não tem data definida. Henry Borel foi morto em março de 2021 após ser agredido pelo padrasto e com a conivência da mãe, segundo polícia e Ministério Público do Rio de Janeiro. A decisão da juíza deixou o pai de Henry, Leniel Borel, incomodado. Ele disse à Jovem Pan que vem lutando, desde a morte do filho, por justiça: “Respeitamos a decisão da doutora Elizabeth Machado Louro, mas entendemos que há uma incoerência nessa decisão de ambos os réus, além da forte materialidade em todos os crimes. Desta forma, iremos recorrer para que os dois monstros (sic) sejam julgados pelo Tribunal do Júri por todos os crimes pelos quais foram acusados. Uma vez que, nessa fase, vigora o princípio in dubio pro societate, sem qualquer parcialidade, pelo sistema mais justo desse país, o sistema de julgamento pelo povo, o júri popular”, disse Leniel. A decisão da juíza manteve também a prisão preventiva do ex-vereador doutor Jarinho e deu direito a Monique Medeiros de aguardar o julgamento em liberdade, porém tendo que entregar ao passaporte à justiça do Rio de Janeiro.

*Com informações do repórter Rodrigo Viga

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