Senado e Câmara prestam um minuto de silêncio em homenagem a Gal Costa

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As sessões plenárias no Senado Federal e na Câmara dos Deputados tiveram início com um minuto de silêncio, em homenagem a cantora e compositora Gal Costa, 77 anos, que morreu na manhã desta quarta-feira, em São Paulo, onde residia.

 

Durante abertura da sessão, o deputado Alexandre Frota (PSDB-SP), que presidia a sessão pediu um minuto de silêncio a cantora e fez uma breve homenagem a artista. “Uma grife da nossa música popular brasileira, uma mulher que ultrapassou fronteiras”, destacou Frota.

 

Já no Senado, o primeiro a se manifestar e solicitar homenagem em Plenário foi o senador Jorge Kajuru (Podemos-GO), que afirmou que a data é um dia muito triste para o país. “Para mim, uma das três maiores intérpretes da música brasileira em toda sua história”, afirmou o senador ao sugerir um minuto de silêncio pela morte da cantora.

 

Ao acolher a sugestão, o vice-presidente do Senado, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), que presidia a sessão, afirmou que Gal Costa foi uma extraordinária intérprete e brasileira, e transmitiu pesar aos familiares da artista em nome do Senado.

 

“Eu acolho a sua sugestão justa, merecida, no reconhecimento a todos os valores de uma cantora, de uma intérprete que há muitos de nós, que tivemos a oportunidade de alcançar nos melhores e áureos tempos de Gal Costa, se deleitavam com as suas interpretações incomuns. Então eu peço um minuto de silêncio aos presentes para que nós homenageemos a cantora e intérprete Gal Costa”, disse o Vital.

 

O presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que esteve em reunião com o presidente Lula mais cedo, prestou homenagem a cantora através de suas redes sociais. “Em nome do Congresso Nacional, presto meus sentimentos aos familiares, amigos e fãs neste triste dia para a cultura nacional”, escreveu Pacheco.

 

Já o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, que também fez parte da agenda de reuniões de Lula, ele afirmou que a notícia da morte de Gal Costa foi uma surpresa triste para o Brasil. “Desde os anos 1960, nos acostumamos com a beleza da voz de uma das mais importantes intérpretes da música popular brasileira. Mas a Gal e seu talento são imortais”, diz trecho de postagem.

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