Turistas enfrentam dificuldades de deixar o Peru após estouro de crise política

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Cerca de 4,5 mil turistas ficaram retidos durante grande parte da semana passada por causa da agitação política e protestos violentos no país sul-americano

EFE/ Aldair Mejía

manifestações no Peru

Manifestações no Peru tomaram proporções violentas após a destituição do presidente Pedro Castillo

Cerca de 4,5 mil turistas, a maioria europeus e norte-americanos, correram para o Aeroporto Internacional de Cusco para pegar voos, depois de ficarem retidos durante grande parte da semana passada por causa da agitação política e protestos violentos no Peru. O ombudsman estadual de direitos humanos relata 70 bloqueios de estradas em todo o país sul-americano, mas o ministro da Defesa e o chefe das Forças Armadas disseram que os protestos têm diminuído de intensidade. O chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, general Manoel Gómez de la Torre, afirmou que as tropas estão recuperando gradualmente o controle nas estradas, aeroportos e cidades para que o país retome a normalidade. No Vaticano, o Papa Francisco lembrou do Peru durante a tradicional Oração do Ângelus e ressaltou que é preciso manter o diálogo aberto para encerrar a atual onda de violência. Enquanto isso, a presidente Dina Boluarte, que assumiu a função no dia 7 de dezembro, após a destituição de Pedro Castillo, segue no cargo e garantiu que não vai renunciar.

*Com informações da repórter Nanny Cox

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