Senador Jean Paul Prates é indicado para a presidência da Petrobras

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Formado em economia e direito, ele conta com mais de 30 anos de trabalho nas áreas de petróleo, gás natural, biocombustíveis, energia renovável e recursos naturais

Ricardo Stuckert/Twitter/@LulaOficial

Prates foi eleito um dos 25 mais influentes da indústria eólica mundial pela revista Windpower

Nesta sexta-feira, 30, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apontou o senador do Rio Grande do Norte, Jean Paul Prates, para a presidência da Petrobras. Advogado e economista, Prates conta com mais de 30 anos de trabalho nas áreas de petróleo, gás natural, biocombustíveis, energia renovável e recursos naturais. Fez mestrado em Economia de Petróleo, Gás e Motore  pelo Instituto Francês do Petróleo. Foi membro da assessoria jurídica da Petrobras Internacional (Braspetro), no final da década de 80. Em 1991 fundou a primeira consultoria brasileira especializada em petróleo. Em 1997, participou da elaboração da Lei do Petróleo. Também foi o redator do Contrato de Concessão oficial brasileiro e do Decreto dos Royalties, que beneficiou inúmeras cidades e estados brasileiros. Assumiu a Secretaria de Estado de Energia do Rio Grande do Norte. Foi eleito um dos 25 mais influentes da indústria eólica mundial pela revista Windpower. “Recebi hoje a missão de comandar a Petrobras pelos próximos anos. Muito me honra a escolha do presidente Lula que coloca sobre mim a responsabilidade de conduzir uma empresa que é patrimônio de todos os brasileiros. Após a posse do novo governo, teremos pela frente um processo burocrático, estabelecido pela legislação e pelos sistemas de governança da Petrobras, até que ocorra a formalização do meu nome como presidente da companhia. Nesta oportunidade, terei a chance de me dirigir ao Conselho da empresa e à sociedade em geral para apresentar de forma detalhada nossos planos para a empresa. A Petrobras é uma empresa forte, exemplo internacional de capacidade técnica, engenho e determinação. É uma companhia que existe como empresa de economia mista, que alia capitais privados e estatais, e precisa conciliar essa natureza ao seu papel estruturante na economia do país. Precisamos pensar no futuro e investir na transição energética para atender às necessidades do país, do planeta e da sociedade, além dos interesses de longo prazo de seus acionistas. E esse olhar para o futuro foi a principal demanda colocada pessoalmente a mim pelo presidente Lula, que acredita que a empresa deve permanecer como uma referência de mercado, tecnologia, governança e responsabilidade social”, escreveu Prates.

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