Soldado ucraniano sobrevive a cirurgia para retirar granada ativa presa em seu tórax

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Procedimento foi bem-sucedido e o paciente foi foi encaminhado para uma maior reabilitação e recuperação; não foi revelado como a munição parou dentro do corpo do homem

Reprodução/Twitter/StratCom_AFU

soldado com granada no pulmão

Operação para remoção da granada foi realizada sem eletrocoagulação porque havia risco da munição explodir

Um soldado da Ucrânia precisou passar por uma cirurgia delicada para retirar uma granada ativa do seu tórax, informou o jornal britânico ‘Daily Mail‘. O procedimento, realizado por Andrew Willow, médico-cirurgião, e também militar, precisou ser acompanhado por mais dois bombeiros, pois havia risco de detonação. Felizmente, a operação foi bem-sucedida e o soldado está se recuperando. “A intervenção cirúrgica foi bem sucedida e o militar ferido foi encaminhado para uma maior reabilitação e recuperação”, informou a vice-ministra da Defesa do país, Hanna Maliar, acrescentando que “nem todas as feridas na área do coração são mortais” e que o procedimento foi realizado sem eletrocoagulação – método habitual para controlar hemorragias – porque a granada poderia detonar a qualquer momento. A munição que estava no interior do corpo do soldado é uma granada do tipo VOG-25, muito comum em ataques aéreos. Ela tem 40 mm e pode chegar até 400 metros de distância, segundo o site Rosoboronexport, empresa estatal da Rússia. As autoridades ucraniana ainda não informaram como o explosivo foi parar dentro do corpo do soldado.

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