Tadeu Mello revela que já foi camelô antes da fama como ator e dublador

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Tadeu Mello é ator, comediante, dublador e, na ficção, já foi mordomo, militar e deu voz a um animal pré-histórico bastante famoso. Ele fala sobre isso e mais a Danilo Gentili no programa destaquinta-feira (6).

Ao recordar o início, revela: “fui camelô quando cheguei ao Rio de Janeiro. Comecei a correr atrás da minha carreira em Fortaleza, mas vi que lá não tinha o que eu queria, uma coisa de ator mais globalizada. Lá era mais regional”. Ele conta que fazia bonecos de bola de gude para vender e afirma: “foi assim que eu consegui ganhar dinheiro no Rio de Janeiro para pagar as minhas contas”.

Ele diz que demorou 15 anos para emplacar como ator e não perdeu a esperança: “muito pelo contrário. Sempre vejo uma coisa positiva na negativa. Acho que tudo conspira quando você tem essa positividade”. Sobre ter feito o Cabo Citônho de “Lisbela e o Prisioneiro” lembra que fez o teste para outro personagem, Frederico Evandro: “era um matador. E eu não sou uma pessoa ameaçadora. Eu queria estar naquele elenco e ser dirigido pelo Guel (Arraes). Me esforcei o que eu pude. O Guel ria bastante da minha situação e depois soube que ele dizia ‘não podemos perder essa figura’”.

Na ‘Turma do Didi’, Tadeu pensou que faria apenas uma participação e ficou por 12 anos. “No último dia de gravação, o Renato (Aragão) chamou a gente no camarim dele e falou que fazia dois anos que ele estava segurando o programa, mas, infelizmente, ali seria o último…. É triste, porque eu amava aquela turma. É uma família. Todos eles são meus irmãos”, comenta. Lembrado também por dar voz aoSid de ‘A Era do Gelo’, avalia: “daqui a 100 anos, quando eu fizer a passagem, minha voz vai ficar…. A minha sorte maior é que o filme não tinha legendado, porque o fundo é todo branco. Não tinha como colocar legenda. Então foram obrigados a assistir com a minha voz. Dublei os seis. Tomara Deus que venha o sete”.

A respeito da maior conquista que a carreira artística o permitiu, chora ao dizer: “comprar a casa da minha mãe com quintal. Me emocionei. E você acredita que ela passou um tempão para se mudar?! Porque ela se apegou à casa que era de aluguel. Fiz uma chantagem emocional, aí ela foi. Hoje é uma floresta (o quintal). Ela coloca uma planta, que se desenvolve, aí ela já coloca outra ao lado”.

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