Luiza Martins dá detalhes sobre namoro com Marcela Mc Gowan: ‘Parceira de vida’

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Em entrevista ao Mulheres Positivas, cantora falou sobre a morte de Maurílio, com quem fazia dupla: ‘Muito traumático’

Reprodução/Jovem Pan News

Luiza Martins

Luiza Martins esteve no programa Mulheres Positivas

Nesta semana, o programa Mulheres Positivas recebeu a cantora Luiza Martins. Em entrevista à Fabi Saad, ela falou sobre como seu namoro com a médica Marcela Mc Gowan a ajudou a superar a morte do do músico Maurílio Delmont, com quem fazia uma dupla sertaneja. “Ele teve um mal súbito, a gente foi para o hospital, foi tudo muito traumático. Hoje eu estou bem melhor, mas foi terapia para caramba, Deus para caramba. A família dele me ajudando, a gente se ajudando, graças a Deus estamos ficando bem aos poucos”, desabafou. “A princípio, para ser bem sincera, o que me fazia levantar da cama era a Marcela [Mc Gowan] olhar para mim. Depois foi Deus e o universo, fui construindo uma relação com Deus. Levantava para a Marcela não pirar junto comigo. Eu tinha a vontade muito grande de levantar, mas parecia ficar em um transe. A Marcela divide a vida mais proximamente comigo”, disse.

Luiza Martins anunciou noivado com Mc Gowan em agosto deste ano e afirmou que ela é sua grande companheira. “A Marcela não está comigo, ela é comigo, é minha parceira de vida. Hoje eu entendi exatamente o que eu quero da vida. Quero ficar bem, ficar em paz, ter conforto financeiro para impulsionar isso para os meus, minha família, amigo e mulher”, avaliou. “A casa no mato, o carro que eu não sei dirigir, isso é depois. Eu estou bem agora, o meu sucesso é estar bem agora. O hater, para mim, é igual cabeça de bacalhau. Eu não vejo de jeito nenhum. O que não é sobre mim, não é sobre mim. Não tenho nada com isso. Caguei para isso. Com a Marcela é a mesma coisa, cagamos de mãos dadas. Não dou muita trela para isso”, disse.

Ainda que tenha assumido o romance com a ex-BBB, Luiza conta que existem momentos em que tem de enfrentar o preconceito, inclusive em sua vida profissional. “O preconceito é quase uma doença entranhada na sociedade, acho que é muito mais sobre a ideia de falar que sobre o pecado, igual a galera julga pecado. Eu não sou sonsa, eu sou lerda. Ou eu não capto o que está acontecendo ou eu não quero captar, eu realmente não dou trela. Já passei por situações de falas, às vezes é tão nada a ver que quem fala não problematiza o que está acontecendo. ‘Fala para a Luiza, contratante não quer ver mulher beijando na boca’”, teria dito uma pessoa à cantora. “Se chocam. Eu não tenho que dizer todo dia: ‘Ah, sou sapatão’. Eu sou eu 24 horas por dia, não tenho que lembrar disso. Só lembro quando apontam para mim”, declarou.

Após a morte de Maurílio, Luiza passou a investir na carreira solo e conta que precisou entrar em contato com áreas burocráticas que ainda não tinha controle. Ela conta que muitas mulheres na música, incluindo a sertaneja, a inspiraram pessoalmente. “[…] A Roberta [Miranda] é um ícone, né? Ela sempre carregou muito forte esse lance do sertanejo e a mulher. Acho ela incrível, engraçada. Gosto muito da Alcione, tenho referências jovens, Marília [Mendonça], Simone, Simaria. Acho que não necessariamente a pessoa precisa ter 200 anos de história. Sou louca pela Alcione, Cássia Eller, Ana Carolina. Minha vida foi assim, sempre ouço de tudo”, revelou. Como mulher positiva, ela relembrou a carreira de Marília Mendonça, de quem era amiga. Como filme, ela indicou a comédia romântica “Comer, Rezar, Amar”. “A Marília falava na minha cabeça: ‘Assiste esse filme’. Assisti e via ela falando”, concluiu.

Confira na íntegra a entrevista com Luiza Martins:

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