Motorista que atropelou Kayky Brito diz que é ignorado pelo ator: ‘Muito frio’ 

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Diones Coelho da Silva revelou que o artista não responde suas mensagens

Reprodução/Instagram/@dionezcoelho23

motorista Kayky Brito

Diones atropelou Kayky Brito em uma via da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro

O motorista Diones Coelho da Silva, que atropelou Kayky Brito no início de setembro, afirmou que não está conseguindo entrar em contato com o ator. Nesta quarta-feira, 18, Diones revelou que o artista não responde suas mensagens e desabafou sobre a possibilidade de encontrá-lo. “O Kayky não me respondeu no vídeo. Passei direct e não me respondeu. Já tentei contato e não tive retorno. Sinto algo muito frio da parte de lá, com relação a poder vê-lo. Quero dar um abraço nele, preciso disso para selar e tirar algo de dentro de mim. Só eu e ele sabemos o que a gente passou. Esse trauma que ficou. Quero muito encontrá-lo, gostaria muito de estar com ele. Mas não depende de mim. Depende deles e eu sinto uma resistência no momento”, declarou, em entrevista ao portal “IG”.

Internado por sofrer politrauma corporal e traumatismo craniano, Kayky Brito recebeu alta hospital há 19 dias. Segundo o motorista, toda a família do ator apresenta uma atitude “fria”. “Procurei, passei mensagem para a Sthefany e ela mal me responde no WhatsApp. Aí eu falo com a assessora dela. Ontem ela me respondeu dizendo que eu ia ver o Kayky no momento certo. Sinto muito frio o contato de lá para cá. O Kayky não me respondeu em nenhum momento. Nem meu nome falou no vídeo que postou. Agradeceu ao motorista e o motorista tem nome, Diones Coelho da Silva, trabalhador, do bem, que só quer encontrar com ele. Dar um abraço, selar e virar a página”, continuou Diones.

Polícia Civil do Rio de Janeiro concluiu que Diones dirigia abaixo da velocidade permitida no trecho do Posto 6 da Avenida Lúcio Costa, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, no momento do acidente. Segundo laudo pericial, que integra o relatório final da corporação, o veículo estava a 48 km/h no momento do atropelamento, sendo que a velocidade máxima permitida era de 70 km/h. Assim, de acordo com interlocutores da Polícia Civil, o entendimento é que não há razões para o indiciamento de qualquer pessoa. O caso foi arquivado.

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