CBPM e SEI conseguem alavancar projeto de mineroduto que beneficiará doze municípios da Bahia

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Durante um evento realizado em Curitiba, no Paraná, a CGN Brasil Energia, a Sul Americana de Metais – SAM e a Lotus Brasil assinaram um acordo de desenvolvimento conjunto para a produção do hidrogênio verde, gerado a partir do efluente tratado do mineroduto de aproximadamente 481 km, que passa por 21 municípios, sendo nove em Minas Gerais e doze na Bahia. Uma estação de desaguamento faz parte do projeto e ficará  localizada em Ilhéus, na Bahia.

 

O presidente da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), Henrique Carballal acompanhou a ação, ao lado do diretor-geral da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), José Acácio. Carballal destacou que o projeto estava parado há nove anos, pois não havia uma solução para a água que vem com o minério de ferro e precisa ser purificada.

 

“Finalmente o projeto virou uma realidade, por meio do mineroduto que impulsionará a economia dessas regiões, em especial o porto sul da Bahia. Foi uma grande alegria ter a oportunidade de presenciar a assinatura deste acordo, que foi fruto da nossa intervenção, buscando encontrar uma solução para esse projeto do mineroduto. Nós, que assumimos cargos públicos no governo, temos que ultrapassar a fase do não é possível, para a fase do vamos fazer, ou seja, quando a gente encontra um projeto que é importante para o povo da Bahia e ele tem problemas, nós devemos aperfeiçoar e reverter a situação, para que ele possa ser viável tanto do ponto de vista econômico quanto do ponto de vista social, para trazer conquistas sociais para o nosso povo, inclusive no aspecto ambiental. Portanto, vamos seguir ultrapassando essa fase do impossível, para tornar realidade cada demanda, aperfeiçoando, transformando, modificando, para que o povo da Bahia possa vencer e seguir avançando. Essa é a determinação do governador Jerônimo Rodrigues, essa é a nossa trajetória”, afirmou Carballal.

 

Ainda de acordo com o presidente da CBPM, o investimento financeiro, apenas na Bahia, atinge 740 milhões de dólares. “Fora a parte que ainda não foi mensurada, que envolve o hidrogênio verde, pois a CGN já produz energia limpa na Bahia através da produção de energia eólica e de energia solar fotovoltaica. Esse é o reflexo do nosso esforço em prol do desenvolvimento econômico baiano, que vai gerar emprego e renda para o nosso povo”, concluiu Carballal.

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