Polícia crê que envenenamento de mãe e filho Goiânia não foi em doces

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Goiânia – O envenenamento de duas pessoas que morreram em Goiânia não aconteceu em doces de uma confeitaria famosa na cidade, como se pensou inicialmente, acredita a polícia goiana. Durante coletiva de imprensa realizada na Secretaria de Segurança Pública (SSP-GO), o delegado Carlos Alfama confirmou que mãe e filho mortos em Goiânia no último domingo (17/12), foram vítimas de envenemento. A principal suspeita do crime é Amanda Partata, de 31 anos, ex-nora de Leonardo Pereira Alves, de 58 anos, uma das vítimas. Ela foi presa na quarta-feira (20/12).

Segundo o delegado, Amanda morava em Itumbiara, no sul do estado, e chegou a Goiânia na última quinta-feira (14/12). Ela ficou hospedada em um hotel, mas manteve contato com a família do ex-namorado. Situação que, inclusive, incomodava o filho da vítima, já que o relacionamento entre eles terminou em julho deste ano, após apenas 1 mês e meio.

No domingo (17/12) pela manhã, ela saiu do hotel, comprou diversos itens de café da manhã, inclusive doces e levou a casa das vítimas. Contudo, segundo o delegado, não é possível dizer se o veneno foi manipulado no próprio hotel ou já no local do crime.

“Ela ficou na casa por cerca de 3 horas, acompanhada da Luzia, do Leonardo e do pai dele, que não ingeriu os alimentos levados por ela. Mas não é possível dizer ainda qual era o veneno e onde foi colocado. A suspeita é de que tenha sido no suco, porque é mais fácil de dissolver. Mas ela pode ter manipulado no copo e lavado depois ou levado o copo embora”, afirmou o delegado.

O investigador reforçou que a loja Perdomo Doces nada tem a ver com o caso. Segundo ele, houve um “injustiça” com o estabelecimento, que colaborou a todo momento com as investigações e é uma “empresa séria e responsável “.

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