Jerônimo diz que Bahia Pela Paz foi construído a “diversas mãos” e que política de segurança vai além de polícias

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Durante visita a Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) na tarde desta quarta-feira (13), onde fez a entrega do Projeto de Lei que visa implementar o Bahia Pela Paz no Estado, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) destacou que a problemática da segurança pública na Bahia não perpassa, somente, pela adoção de ações policiais. 

 

Em entrevista à imprensa, Jerônimo destacou que o Governo do Estado tem feito muito na Polícia Militar, na Polícia Civil, na política de presídio. E é importante isso ser feito, os investimentos, a integração, a inteligência, mas a segurança pública diz respeito a outras ações”. Ele também pontuou que, desde 2011, o Pacto pela Vida focou “na construção de um ambiente de segurança pública, de cultura, de educação, de alimentação, de emprego e de oportunidade” e que o Bahia Pela Paz nasce com o objetivo de dar continuidade a esse movimento. 

 

Outro ponto elencado por Jerônimo foi a construção do projeto que, segundo ele, contou “com diversas mãos”, entre elas a do Ministério Público Estadual (MP), do Tribunal de Justiça (TJ), da Defensoria Pública, das secretarias de governo e demais órgãos. “Nós também ouvimos os movimentos religiosos, o movimento de juventude, então nós fizemos aqui hoje a palavra da sociedade baiana, não é a do governador, não é a do secretário, e não será de um deputado, será da sociedade baiana”, afirmou. Ele adiantou que, assim que a AL-BA votar e aprofundar o projeto de lei, serão iniciadas ações nas áreas onde os indicadores apresentam desafios, a exemplo do índice de mortalidade e de violência. 

 

“Às vezes a gente olha para o crime organizado, que temos que olhar, mas às vezes a gente deixa de olhar para questões importantes como a violência contra a mulher, a violência contra crianças, os idosos, as pessoas com deficiência. A nossa política é denominada Bahia pela Paz porque traz todos os elementos, então é um avanço daquilo que vivemos no Pacto Pela Vida e destaco ainda um espaço importante que é um espaço de estudiosos e pesquisadores que trarão as análises críticas, as suas contribuições para, cada vez mais, aperfeiçoarmos uma política de segurança pública e de cultura pela paz”, frisou.

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