Edison Brittes é condenado a 42 anos de prisão pelo assassinato do jogador Daniel

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Réu confesso e principal acusado da morte do jogador Daniel, ex-São Paulo, Botafogo e Coritiba, Edison Luiz Brittes Júnior foi condenado a 42 anos, 5 meses e 25 dias de prisão por homicídio triplamente qualificado pelo assassinato. O júri popular do caso foi encerrado na noite desta quarta-feira (20). O assassinato aconteceu em outubro de 2018.

 

A sentença foi lida pelo juiz Thiago Flores Carvalho, que conduziu o julgamento no Fórum de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Conhecido como Juninho Riqueza, Edison Brittes Júnior foi acusado por homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual, corrupção de adolescente e coações no curso do processo. Ao confessar o crime, ele alegou que o jogador tentou estuprar sua esposa e inocentou os demais acusados. No entanto, a versão do estupro foi descartada ao longo das investigações da Polícia Civil e do Ministério Público do Paraná (MP-PR).

 

Edison Brittes foi acusado de ter matado o jogador Daniel, em 27 de outubro de 2018, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. O corpo do atleta foi encontrado parcialmente decapitado e com o órgão sexual multilado, perto de uma estrada rural na Colônia Mergulhão. O crime aconteceu depois de uma festa de aniversário da filha de Juninho Riqueza, Allana Brites. A celebração começou numa boate de Curitiba e terminou na casa da família em São José dos Pinhais.

 

Natural de Juiz de Fora, interior de Minas Gerais, Daniel iniciou a carreira de jogador nas categorias de base do Cruzeiro entre 2009 e 2013. No último ano ele se transferiu para o Botafogo e estreou no profissional durante o Brasileirão. Em 2015, o meio-campista assinou com o São Paulo por quatro anos. No entanto, perdeu espaço e foi para o Coritiba em 2017. Depois, passou por Ponte Preta e São Bento.

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