Promotor Davi Gallo recua e diz que se confundiu sobre história de espírito de Lucas Terra

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O promotor Davi Gallo recuou de uma declaração dada no JusPod, podcast jurídico do Bahia Notícias, na última quinta-feira (11). Em nota enviada ao site, Gallo contou que se confundiu ao narrar um pedido feito supostamente pelo espírito do adolescente Lucas Terra, morto em 2001.

 

“No curso do referido Podcast mencionei que no passado teria falado com uma colega Promotora aonde ela teria me relatado que mantivera contato com o infante Lucas Terra e que este, durante um culto religioso teria clamado por Justiça, o que em verdade nunca aconteceu com relação à referida colega que me reservo o direito de omitir o seu nome nesse momento.

 

O que na verdade aconteceu foi que, várias pessoas, inclusive pessoas ligadas ao adolescente Lucas Terra, me passaram esse fato e um dia, antes de um julgamento, eu teria comentado isso com a referida colega, a qual não emitiu nenhum juízo sobre o assunto, se limitando apenas a me ouvir”, explicou o promotor.

 

“Não sei por qual motivo, no momento do Podcast eu me referi a essa colega. Possivelmente por ter sido ela uma das últimas pessoas com quem mantive contato antes do julgamento de Lucas Terra.

Volto a repetir que ele não emitiu nenhum comentário, se limitando apenas a ouvir o que eu tinha ouvido de várias pessoas que professam o espiritismo, sem contudo nada relatar”, completou.

Confira a nota na íntegra:

Eu, Davi Gallo Barouh, tive o privilégio de participar do Podcast JUS POD, no último dia 10/04/2024, aonde tive uma recepção muito agradável e aprazível pelos entrevistadores, os quais se portaram como profissionais de alto gabarito e excelência no exercício de suas funções.

No curso do referido Podcast mencionei que no passado teria falado com uma colega Promotora aonde ela teria me relatado que mantivera contato com o infante Lucas Terra e que este, durante um culto religioso teria clamado por Justiça, o que em verdade nunca aconteceu com relação à referida colega que me reservo o direito de omitir o seu nome nesse momento.

O que na verdade aconteceu foi que, várias pessoas, inclusive pessoas ligadas ao adolescente Lucas Terra, me passaram esse fato e um dia, antes de um julgamento, eu teria comentado isso com a referida colega, a qual não emitiu nenhum juízo sobre o assunto, se limitando apenas a me ouvir.
Não sei por qual motivo, no momento do Podcast eu me referi a essa colega. Possivelmente por ter sido ela uma das últimas pessoas com quem mantive contato antes do julgamento de Lucas Terra.

Volto a repetir que ele não emitiu nenhum comentário, se limitando apenas a ouvir o que eu tinha ouvido de várias pessoas que professam o espiritismo, sem contudo nada relatar.

De logo, me desculpo com a audiência dessa notável Rede de Comunicação, Bahia Notícias, asseverando que não foi a referida colega que me procurou para falar sobre esse assunto. Foram várias pessoas. Como dito, por ter sido a última pessoa com quem falei desse assunto, sem obter nenhum comentário por parte dela, acabei usando o nome dessa colega de forma indevida.

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