Deputados da PF se colocaram contra a instituição e a favor de Brazão

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A Câmara tem hoje sete deputados ligados à Polícia Federal. E a grande maioria votou a favor da liberdade de Chiquinho Brazão, acusado pela PF de ser o mandante do assassinato da vereadora Marielle Franco.

De certa maneira, eles se colocaram contrários à instituição que os ajudou a se eleger, já que a investigação foi tocada pela Polícia Federal em conjunto com o Ministério Público do Rio de Janeiro.

Dos sete, cinco votaram pela soltura do deputado, que está no presídio de segurança máxima de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. São eles Eduardo Bolsonaro, Sanderson, Gilvan da Federal, delegado Matheus Freitas e delegado Ramagem.

Aluísio Nunes não votou. E o único que entendeu que Brazão deveria permanecer preso foi o delegado Matheus Laiola.

Apesar dos deputados ligados à PF terem votado pela soltura de Brazão, ele permaneceu preso com 277 votos. Eram necessários 257, no mínimo. Outros 128 deputados votaram pela liberdade dele e 28 estavam ausentes.

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