Malas com drogas: brasileiras voltam à Alemanha um ano após prisão

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As brasileiras Jeanne Paollini e Kátyna Baía embarcaram para Europa um ano após terem sido presas no aeroporto de Frankfurt durante uma escala. As duas tiveram as malas trocadas por bagagem com drogas ainda no Brasil e ficaram detidas por aproximadamente 40 dias na Alemanha.

Nas redes sociais, Kátyna Baía afirma que a viagem é um marco na vida delas. “Vamos dar uma palestra na principal Faculdade de Direito do Mundo, a faculdade de Coimbra, sobre repercussões jurídicas do tráfico internacional de drogas utilizando turistas como vítimas.”

Após esclarecer o episódio, a Justiça alemã absolveu as duas.

A goiana detalhou que irá fazer a viagem que foi interrompida pela prisão. “Vamos começar por Portugal, que já conhecemos. Dessa vez, também tem um país que nunca fomos.”

Prisão Kátyna e Jeanne foram presas em 5 de março de 2023 e soltas mais de um mês depois, em 11 de abril. Segundo elas, a situação foi o “maior pesadelo” já vivido. As duas chegaram a ficar cinco horas algemadas pelas mãos e pelos pés ao serem detidas no país europeu.

Como ficou esclarecido após investigação da Polícia Federal, elas foram acusadas de tráfico internacional de drogas porque bandidos trocaram a etiqueta da mala que elas despacharam no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, durante viagem internacional.

De acordo com a advogada das goianas, elas vinham relatando dificuldades na penitenciária feminina onde estavam detidas, em Frankfurt, no país europeu. Luna Provásio disse que Jeanne Paollini e Kátyna Baía falavam em angústia e saudade da família.

Conforme a advogada, as duas relatavam solidão, já que estavam em celas minúsculas e separadas e, ainda, muito frio, pois a penitenciária não fornece roupas adequadas, e elas tiveram todos os bens pessoais apreendidos.

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