Provável técnico do Vitória, Carpini teve passagem curta e traumática no Bahia; relembre

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Perto de ser anunciado como novo técnico do Vitória, após a demissão de Léo Condé, nesta terça-feira (14), Thiago Carpini começou a sua carreira como treinador em 2019. Anteriormente, o ex-volante teve carreira como jogador de futebol até 2017, acumulando passagens por Ponte Preta, Atlético-MG, América-RN, Bahia, entre outras equipes.

 

Nas temporadas de 2009 e 2010, Thiago Carpini defendeu as cores do Tricolor baiano em nove partidas após ser contratado durante a gestão de Paulo Carneiro. O baixo número de jogos se deu devido ao grande tempo que Carpini esteve no departamento médico. Primeiro, por conta de uma fratura no braço esquerdo. O ex-jogador chegou a declarar que não passou por tratamento adequado no Bahia e que foi “forçado” a voltar aos gramados antes do tempo necessário.

 

“Doze dias após ser contratado, sofri uma queda no treino preparativo para o estadual e fraturei o braço esquerdo. Fui operado por Dr. Fábio Costa, médico do Bahia, que me informou que o tempo de recuperação era de 90 dias, mas 15 dias depois me forçaram a voltar aos treinamentos e após 50 dias já estava jogando, mesmo sem condições”, disse Carpini.

 

Seis meses depois, o ex-jogador precisou fazer uma nova cirurgia por conta de uma infecção bacteriana que impediu a sua recuperação. Sobre o caso, o Dr. Fábio Costa afirmou que desconhece a orientação para que Carpini voltasse aos treinamentos e indicou um médico para realizar a segunda cirurgia.

 

“Se ele foi forçado a voltar aos gramados eu não sei. O médico responsável pela primeira operação sou eu. A segunda, inclusive, eu indiquei um especialista competente especializado. Eu sei que, depois da cirurgia que realizei, fiz questão de bancar também a recuperação dele, também a pedido de Paulo Carneiro”, declarou Fábio Costa.

 

Por conta dos episódios, Thiago Carpini chegou a acionar o Bahia na justiça por danos morais e estéticos. Em 2012, o Tricolor baiano foi derrotado judicialmente e condenado a pagar mais de R$ 200 mil ao agora técnico, que soma passagens por Água Santa, onde foi vice-campeão paulista, Juventude, onde foi vice-campeão da Série B, ambos em 2023, e São Paulo, quando conquistou a Supercopa do Brasil no início de 2024.

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