Alckmin e Fávaro vão ao RS apoiar empresários e produtores do agro

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O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), irá ao Rio Grande do Sul nesta segunda-feira (27/5) para conversar com empresários e trabalhadores das áreas visadas pela pasta dele. Em paralelo a isso, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, vai ao estado coordenar ações voltadas ao agro.

É a primeira viagem dos titulares das pastas à região desde o início das chuvas.

Alckmin terá reuniões no município de Caxias do Sul. Uma delas será na Câmara da Indústria, Comércio e Serviços, seguida por passagem pelo Sindicato dos Empregados no Comércio de Caxias do Sul e uma visita à empresa Marcopolo.

Semana passada, Alckmin recebeu o presidente em exercício da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Arildo Bennech, no Palácio do Planalto.

Bennech pediu pela aplicação da Lei nº 14.437, usada na pandemia da Covid-19 e possível para situações de calamidade pública.

A Fiergs argumentou que isso evitaria demissões de mais de 500 mil trabalhadores da indústria no Rio Grande do Sul. O governo ainda não respondeu à instituição, mas disse estar avaliando a proposta.

O governo federal tem estudado medidas para socorrer grandes empresas afetadas pelas chuvas no estado. O anúncio das ações estava previsto para a última semana, mas acabou não ocorrendo.

Gabinete itinerante Já o ministro Carlos Fávaro (PSD), da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, estará no estado gaúcho, em Santa Cruz do Sul, na terça-feira (28/5) para a instalação do gabinete itinerante da pasta.

O gabinete tratará das demandas para reconstruir a produção agropecuária do Rio Grande do Sul, após as enchentes do último mês.

Além da inauguração, o ministério distribuirá equipamentos para os produtores locais, como retroescavadeiras, motoniveladoras e escavadeiras hidráulicas. Os aparelhos foram viabilizados pelas emendas da bancada parlamentar do Rio Grande do Sul.

A principal preocupação do governo em termos das colheitas perdidas é com o arroz, cujo preço já estava acima da média antes da tragédia no Rio Grande do Sul.

O governo havia anunciado a compra de 100 mil toneladas do alimento, mas suspendeu a operação por conta dos preços do Mercosul. Segundo Fávaro disse ao g1, “certamente, eles vão voltar para a realidade, porque não é justo”.

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