Empresa de Paula Lavigne é processada por Teresa Cristina em briga por direitos autorais

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A cantora Teresa Cristina entrou com um processo contra a Uns e Outros Produções, empresa de Paula Lavigne, esposa de Caetano Veloso. A ação corre na 22ª Câmara do Direito Privado do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro).

 

O imbróglio revelado pelo jornal Folha de S. Paulo corre desde 2022 e nele a sambista alega que não lança trabalhos inéditos por causa de um acordo feito com a empresa de cessão de direitos que foi assinado em 2017.

 

A produtora de Lavigne alega que cumpriu todos os pagamentos e que Teresa é quem se recusa a assinar os documentos necessários para a exploração comercial das canções.

 

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Teresa e a Uns e Outros começaram a se relacionar em 2015 após a assinatura de um contrato para gerenciamento artístico. Dois anos depois, um novo contrato foi assinado e nele Dois anos depois, em 2017, um novo contrato entre Teresa e a Uns foi assinado, no qual a artista repassava todas as suas composições novas ou possíveis lançamentos que viesse a fazer para qualquer artista ou para o lançamento do próprio álbum.

 

No contrato, válido até 2027, era informado que Teresa autorizava o repasse dos “direitos patrimoniais sobre a totalidade das obras musicais e lítero-musicais de sua autoria ou coautoria criadas na vigência do contrato”.

 

De acordo com  a publicação, a decisão de rescindir o contrato veio após a pandemia, quando a artista viveu um período de alta popularidade por suas lives musicais. Na época, ela alegou que houve descumprimento de cláusulas por parte da empresa de Paula e que a empresa não prestava conta e não repassava valores acordados entre as partes. 

 

Além do processo judicial, a reportagem afirma que a relação entre a cantora e a produtora de Paula Lavigne não era boa e um dos motivos seria o alto investimento em novos artistas, como a contratação da cantora baiana Majur.

 

Outro estresse entre Teresa e Paula teria sido a tentativa da artista de ter como agente o gerente executivo da Uns e Outros, Artur Brandão. 

 

Por meio dos advogados, Teresa Cristina afirmou que  “a ação judicial não interfere na produção musical da artista”. Já a Uns e Outros Produções diz que a ação não foi movida por Paula Lavigne, mas pela produtora. A empresa ainda pontuou que as alegações de Teresa não procedem.

 

“O que Teresa alega sobre o não cumprimento não procede. A Uns desconhece a razão pela qual a intérprete não está lançando produtos, vez que não é mais sua agente ou gestora de sua carreira desde 2020. Desta forma, não saberia lhe responder. A Uns permanece como gestora das composições autorais que Teresa Cristina vier a compor até o ano de 2027, viabilizando negócios e aberta a trabalhar as composições da autora, caso venha a exercer tal ofício”, diz a nota.

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