A esquerda antissemita e a menina de 12 anos estuprada por ser judia

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O antissemitismo da esquerda, que já era um dos assuntos da campanha para as eleições legislativas antecipadas na França, tornou-se tema central neste momento. 

Menos de três semanas depois de o chefão esquerdista Jean-Luc Mélenchon ter dito que o ódio aos judeus no país era “residual”, apesar da quantidade de ataques antissemitas ter explodido desde o atentado do Hamas a Israel, uma menina de 12 anos foi estuprada em Courbevoie, nos arredores de Paris, por ser judia.

Três meninos de 12 e 13 anos a atraíram para um galpão abandonado e a violentaram. Decidiram puni-la porque ela não disse que era judia a um deles, seu ex-namoradinho.

Uma vez no galpão, os meninos começaram a bater na coitadinha e a xingá-la de “judia suja”. Também disseram que a queimariam viva, mantendo um isqueiro perto do seu rosto. Em seguida, eles a jogaram no chão, tiraram fotos e a violentaram. O estupro foi perpetrado sob xingamentos antissemitas.

No celular do seu ex-namoradinho, havia comentários e imagens antissemitas, além de uma bandeira de Israel queimada. Um dos estupradores afirmou à polícia que a espancou porque ela falava mal da Palestina.

Como todos são menores, as suas identidades não foram reveladas. Especula-se que os agressores sejam de origem árabe. 

Jean-Luc Mélenchon se disse “horrorizado” com o estupro da menina judia e afirmou que se tratava de um ato de “racismo antissemita”. Mas ninguém esquece que o seu partido, La France Insoumise, não condenou o atentado do Hamas a Israel e o definiu como “ofensiva armada de forças palestinas conduzidas pelo Hamas”. Como “resistência”.

O primeir0-ministro Gabriel Attal acusou o partido de Jean-Luc Mélenchon de “banalizar os atos de antissemitismo”. Não há nada de residual no antissemitismo, seja na França ou em qualquer outro país em que a defesa da existência de um estado palestino serve de pretexto para extravasar o milenar ódio aos judeus.

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