Olimpíadas: direita brasileira reclama de Santa Ceia com drags

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A cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Paris gerou controvérsias entre membros do conservadorismo brasileiro. Um dos momentos da celebração apresentou uma paródia da famosa obra “A Última Ceia”, de Leonardo da Vinci, que retrata a última refeição de Jesus Cristo com seus discípulos antes da crucificação.

No evento, alguns personagens bíblicos foram interpretados por drag queens, incluindo Nicky Doll, ex-participante do reality show RuPaul’s Drag Race.

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) manifestou seu descontentamento: “As Olimpíadas começaram com uma zombaria demoníaca da fé cristã”, postou em suas redes sociais.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) também criticou a apresentação. Ele declarou: “Vocês lembram o que ocorreu após a encenação do Diabo pisando em Jesus no Carnaval de 2019? Com Deus, não se brinca”.

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Nos Jogos Olímpicos 2024, uma competição inusitada chamou a atenção do público: as Olimpíadas de Drag Queens. Com performances cheias de brilho, cores vibrantes e muita diversão, o evento trouxe uma nova forma de expressão para a competição esportiva.

As drag queens participantes exibiram não apenas talento artístico, mas também demonstraram habilidades físicas impressionantes. Com coreografias elaboradas, saltos altos e figurinos deslumbrantes, as competidoras cativaram a plateia e os juízes com seu carisma e energia contagiante.

Além do entretenimento proporcionado pelas performances, as Olimpíadas de Drag Queens promoveram a quebra de estereótipos e a celebração da diversidade. As competidoras mostraram ao mundo que é possível unir arte, estilo e esportividade em um evento único e inclusivo.

Com categorias que vão desde dança até corrida de salto alto, as Olimpíadas de Drag Queens desafiaram os padrões tradicionais dos esportes e trouxeram uma nova perspectiva para a competição. As participantes exibiram talento, graça e determinação em cada apresentação, demonstrando que a arte drag vai muito além do palco.

A criatividade e ousadia das performances impressionaram a todos, e a competição se tornou um destaque inesquecível dos Jogos Olímpicos. As drag queens mostraram que a diversão pode andar de mãos dadas com a competitividade, e que a autoexpressão é uma forma poderosa de celebrar a individualidade.

Com o encerramento das Olimpíadas de Drag Queens, ficou o legado de uma competição que quebrou barreiras e inspirou espectadores de todo o mundo. O evento provou que a arte, a música e a dança têm o poder de unir as pessoas e celebrar a diversidade de forma única e emocionante.

Assim, as Olimpíadas de Drag Queens deixaram sua marca não apenas como uma competição esportiva, mas como um manifesto de liberdade, autoaceitação e inclusão. Com seu brilho e glamour, as drag queens conquistaram corações e mentes, provando que a diversidade é um dos maiores tesouros do mundo contemporâneo.

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