Inaugurado em Salvador no dia 21 de junho, o Hospital de Brotas, dedicado ao atendimento dos beneficiários do Planserv, divulgou ao Bahia Notícias os números de atendimentos realizados durante seu primeiro mês de funcionamento.
Motivo de solicitações antigas dos usuários do Planserv, o local agora faz parte da rede credenciada do sistema. Segundo informações do plano de saúde, foram realizadas 705 consultas eletivas, 137 exames e 11 cirurgias.
Apesar disso, casos emergenciais não foram atendidos, pois o atendimento está restrito a agendamentos nesta fase inicial. A decisão, conforme a assessoria de imprensa do Planserv, busca equilibrar a demanda em relação às demais unidades credenciadas.
O hospital conta com 51 leitos, sendo 41 para internamento e 10 de terapia intensiva, além de um centro cirúrgico com três salas e centro médico.
Para a próxima fase, está prevista a disponibilização de mais 30 leitos de internação adulto, além de 150 leitos e serviços pediátricos com emergência, internação e 10 leitos de UTI pediátrica. A gestão do equipamento é de responsabilidade do Instituto Nacional de Tecnologia e Saúde (INTS), após a assinatura do contrato com a Secretaria da Administração (Saeb) em maio de 2024.
Serviços
Alguns usuários do Planserv relataram ao Bahia Notícias dificuldades de atendimento em hospitais credenciados. A Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do Estado da Bahia (AHSEB) cobrou do Planserv o pagamento de serviços prestados por instituições de saúde na Bahia.
Em um ofício enviado ao Planserv e à Secretaria de Administração (Saeb) no último dia 6 de junho, a AHSEB solicitou urgência na resolução do problema.
“A postergação da solicitação de nota fiscal aos prestadores tem comprometido o fluxo de caixa das instituições de saúde, incluindo pagamentos a médicos e fornecedores de insumos”, diz parte do documento ao qual o Bahia Notícias teve acesso.
Em resposta, o Planserv afirmou que “o fluxo de pagamento aos prestadores segue critérios técnicos de análise, considerando os limites orçamentários previstos nos contratos” e que “o fluxo financeiro permanece regular, seguindo os trâmites institucionais”.

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