Sabia quais criminosos ainda “não são cartas fora” do Baralho do Crime

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Criminosos ainda não capturados no Baralho do Crime

Após a morte do indivíduo conhecido como “Oito de Espadas”, suspeito de liderar uma facção criminosa mencionada pela cúpula da Segurança Pública da Bahia como o “Baralho do Crime”, novos integrantes foram adicionados à lista dos mais procurados pela SSP do estado nordestino. O líder da organização faleceu após um suposto confronto com as autoridades na segunda-feira (5/8) no Guarujá, litoral de São Paulo.

Dentre os novos procurados, cinco indivíduos foram incluídos, alguns com recompensas consideráveis pela captura. O primeiro da lista é o Rei de Copas, Anderson Souza de Jesus, também conhecido como “Buel”, “Cris” ou “Esquerdinha”, acusado de participar de uma organização criminosa dedicada ao tráfico de drogas.

Em seguida, temos o Valete de Copas, Danilo José de Jesus Silva, apelidado de “Haroldo”, procurado por sua participação em um esquema de tráfico de entorpecentes na capital baiana, Salvador. Outro indivíduo incluído no baralho é o Dez de Copas, Anderson Silva Fagundes, mais conhecido como “Ralado”, procurado por crimes de homicídio, tráfico de drogas e envolvimento em organizações criminosas.

Conheça os criminosos que ainda figuram como alvos no Baralho do Crime:


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Baralho do Crime da Bahia: Combate ao Crime

Gutemberg Santana de Oliveira, conhecido como “Guduval”, agora representa a carta Dama de Copas no Baralho do Crime. Ele é procurado por autoridades nas cidades de Nazaré, Maragogipe, no Recôncavo Baiano, e no bairro de Valéria, em Salvador. Guduval possui mandados de prisão em aberto por diversos crimes, como homicídio, organização criminosa, associação para o tráfico e tráfico de drogas.

O Baralho do Crime da Bahia foi idealizado pela Secretaria de Segurança Pública há 15 anos, em 2008, com o intuito de estimular a população a denunciar criminosos. Inspirado no tradicional baralho francês de 52 cartas, esse projeto funciona como uma lista com 52 indivíduos considerados perigosos no estado, cada um associado a uma carta do baralho.

No Baralho do Crime, a carta mais alta, o “Ás”, denota o criminoso mais perigoso ou de maior relevância para as autoridades, enquanto as demais cartas representam outros indivíduos procurados pelo sistema de segurança pública do estado.

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