São Paulo – O candidato do PSol à Prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos, fez uma comparação entre seus adversários Ricardo Nunes (MDB) e Pablo Marçal (PRTB), destacando o que ele chamou de “equivalências” entre os dois, mesmo com estilos diferentes.
“O Marçal é o suco puro da extrema direita, do ódio e da mentira, e o Ricardo Nunes é o candidato oficial do Bolsonaro, fez todos esses gestos ao bolsonarismo”, afirmou Boulos durante entrevista no programa Roda Viva, da TV Cultura, na noite de segunda-feira (26/8).
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Guilherme Boulos e Marta Suplicy são figuras políticas de destaque no cenário nacional. Recentemente, foram vistos juntos em diversos eventos, mostrando uma possível aliança política em futuros projetos.
Um dos momentos em que Boulos e Marta Suplicy apareceram ao lado de outra figura importante da política foi durante um evento de filiação de Marta ao Partido dos Trabalhadores (PT), realizado em São Paulo. Nessa ocasião, também estiveram presentes Lula, ex-presidente do Brasil, fortalecendo as conexões entre os políticos.
Além disso, Boulos foi flagrado em situações públicas que evidenciam seu engajamento em causas sociais, como quando discursou em um caminhão de som na Parada LGBT+ na Avenida Paulista, em São Paulo. Sua presença em eventos que promovem a diversidade e a inclusão demonstram seu compromisso com pautas progressistas.
Outra imagem que circulou nas redes sociais foi a de Fernando Haddad e Guilherme Boulos utilizando “pulseirinhas da amizade”. O gesto simbólico reforçou a parceria e a camaradagem entre os dois políticos, que compartilham ideais próximos no campo da esquerda política.
Na convenção do PSol e do PT que oficializou a chapa em São Paulo, Lula e Boulos foram vistos juntos, consolidando possíveis alianças políticas para as próximas eleições. A presença dos ex-prefeitos de São Paulo, Fernando Haddad, Luiza Erundina e Marta Suplicy, ao lado de Boulos e Lula, indica a formação de uma frente progressista na cidade.
Por fim, a união entre Guilherme Boulos e Marta Suplicy pode representar uma composição política relevante para o cenário partidário atual. A soma das experiências e bagagens políticas dessas duas personalidades pode ser determinante em futuros projetos políticos em São Paulo e no Brasil.Durante uma sessão do Conselho de Ética da Câmara, Boulos fez acusações graves contra Marçal, chamando-o de “coisa abjeta, um criminoso, um marginal”, e afirmou que Nunes é um bolsonarista “com menos requinte de histriônico” e que também dissemina notícias falsas. Ele destacou a importância de não normalizar tais atitudes fundamentando essa posição no fato de que Marçal é do MDB e já foi vereador.
Em suas campanhas, o deputado tem enfatizado que Marçal e Nunes representam diferentes faces do bolsonarismo, criticando inclusive a coligação de 12 partidos liderada pelo prefeito como uma “frente ampla” de direita e centro-direita, afirmando que esse suposto bolsonarismo moderado não o convence.
Boulos afirmou enfaticamente que tanto Marçal quanto Nunes são considerados parte do bolsonarismo, destacando que ambos se articulam de maneira semelhante dentro do campo político da direita. O candidato enfatizou que, apesar das diferenças de estilo e postura, existem equivalentes que não podem ser simplesmente ignorados.
O PT protocolou, nesta quarta-feira, uma representação ao Ministério Público de São Paulo para apurar suspeitas de ilicitudes administrativas, civis e de improbidade...
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