
A redução de 177 dias na pena da ex-deputada federal Flordelis (MDB), presa desde 2021 pela condenação do assassinato de seu marido, o pastor Anderson do Carmo, foi autorizada pela Justiça do Rio de Janeiro. O juiz Renan de Freitas Ongaratto tomou a decisão com base no “bom comportamento” demonstrado pela ex-parlamentar durante o cumprimento de sua pena.
De acordo com informações divulgadas na coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo, a remissão da pena foi concedida em virtude da participação de Flordelis em atividades educativas no presídio. A ex-deputada concluiu o ensino fundamental, participou de cursos e se dedicou à leitura de livros, ações que influenciaram na decisão judicial.
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Flordelis foi sentenciada a 50 anos de prisão, com previsão de progressão de pena para o ano de 2040. Seu mandato como deputada foi cassado pela Câmara dos Deputados em agosto de 2021, logo após sua prisão. Embora a redução de pena recentemente concedida seja significativa, Flordelis ainda enfrenta um longo período atrás das grades.
A prática de reduzir penas com base no bom comportamento é comum no sistema penal brasileiro, permitindo que detentos que participam de atividades educativas ou de ressocialização tenham dias de sua sentença diminuídos. No caso de Flordelis, essa medida reacende discussões sobre o sistema penitenciário e a justiça em casos de grande repercussão.
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