EUA impõem sanções a 16 membros do governo Maduro por obstrução eleitoral

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Os Estados Unidos impuseram sanções a 16 indivíduos associados ao governo do presidente venezuelano Nicolás Maduro. As autoridades americanas alegam que essas pessoas têm contribuído para a obstrução de eleições consideradas “livres e justas” na Venezuela. As medidas têm como alvo os principais líderes que, segundo os EUA, colaboraram com Maduro para minar a votação de 28 de julho. Entre os nomes estão a presidente do Tribunal Supremo de Justiça do país e uma diretora do conselho eleitoral. “O Departamento do Tesouro está mirando funcionários-chave envolvidos na proclamação fraudulenta e ilegítima de vitória de Maduro e na sua repressão brutal à liberdade de expressão”, disse o secretário-adjunto do Tesouro dos EUA, Wally Adeyemo.

“O governo Biden-Harris continuará a usar nossas ferramentas para responsabilizar Maduro e seus comparsas e apoiar as aspirações democráticas do povo venezuelano”, acrescentou. As últimas sanções vêm um mês e meio depois que a autoridade eleitoral declarou que Maduro foi reeleito para um terceiro mandato consecutivo, apesar dos dados publicados pela oposição que indicavam que ele perdeu por uma ampla margem. Os EUA esperam que a última rodada de sanções possa pressionar Maduro e seus aliados a mudar de rumo antes de 5 de janeiro, quando o novo mandato presidencial da Venezuela deve começar, de acordo com altos funcionários do governo Biden, que falaram com repórteres sob condição de anonimato.

Publicado por Sarah Américo

*Reportagem produzida com auxílio de IA

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