Cúpula do G20 no Rio de Janeiro deve discutir inclusão social e combate à fome

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Faltam apenas quatro dias para a Cúpula do G20, que será realizada no Rio de Janeiro, reunindo líderes das 20 maiores economias do mundo, além de representantes da União Europeia e da União Africana. A cidade já está em clima de evento, com diversas atividades paralelas, como o G20 Social, que teve início no Museu do Amanhã. Essa iniciativa busca promover uma maior inclusão da sociedade nas discussões do grupo. A cerimônia de abertura do G20 Social enfrentou alguns contratempos, incluindo atrasos e dificuldades na entrada, que impediram a entrada de membros da sociedade civil e jornalistas.

Durante o evento, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, fez um discurso agradecendo ao presidente Lula pela escolha da cidade como sede do G20. A primeira-dama, Janja Lula da Silva, também se pronunciou, ressaltando a relevância da participação da sociedade civil nas decisões do G20. O chanceler Mauro Vieira destacou os três principais eixos que guiarão o Brasil durante sua presidência no G20: o combate à fome, à pobreza e à desigualdade, o desenvolvimento sustentável e a reforma da governança global.

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Márcio Macedo, enfatizou que o G20 Social pode se tornar um dos legados mais significativos da presidência brasileira. Além disso, a partir desta quinta-feira, a Praça Mauá será palco do Aliança Global Festival Contra Fome e Pobreza, que contará com 30 shows gratuitos até sábado, com uma expectativa de público de cerca de 40 mil pessoas por dia.

O festival, carinhosamente chamado de “Janjapalooza”, tem como objetivo arrecadar fundos para o combate à fome e à pobreza, reunindo grandes artistas da música brasileira. No sábado, o presidente Lula receberá um documento que sintetiza as discussões do G20 Social, incluindo as recomendações finais dos grupos de engajamento.

*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicado por Fernando Dias

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