O roteiro do dia em que, segundo a PF, Bolsonaro decretaria um golpe

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O relatório da Polícia Federal sobre a suposta trama golpista após as eleições presidenciais de 2022 destaca o dia 15 de dezembro como o auge do planejamento, quando o ex-presidente Jair Bolsonaro, segundo as investigações, assinaria a “minuta do golpe”. Neste dia, ocorreram uma série de acontecimentos, incluindo uma megaoperação da PF contra apoiadores suspeitos de organizar atos antidemocráticos.

Bolsonaro teve uma agenda movimentada, com reuniões e articulações, registradas na portaria do Palácio da Alvorada. Seu filho Flávio Bolsonaro, o ex-assessor Filipe Martins e o general Braga Netto estiveram presentes na residência presidencial. Martins foi apontado pela PF como integrante do núcleo jurídico do plano golpista, permanecendo no local ao longo do dia.

Uma das grandes expectativas do dia era a reunião entre Bolsonaro e o então comandante do Exército, general Marco Antonio Freire Gomes. Mensagens entre os assessores do governo indicavam ansiedade em relação a este encontro. Freire Gomes esteve no Alvorada até o meio-dia do dia 15 de dezembro.

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