Dois parentes e cerimônia rápida: como foi o velório do homem-bomba

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A cerimônia de cremação do homem-bomba Francisco Wanderley Luiz, conhecido como Tiú França, foi breve e teve a presença de apenas dois parentes no Cemitério Jardim Metropolitano de Valparaíso do Goiás.

O corpo de Tiú França foi liberado para cremação após perícias e retirado da Polícia Federal somente no dia 5 de dezembro, mais de duas semanas após o atentado em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF).

No cemitério, o filho de Francisco e outro parente assinaram os documentos para a cremação e realizaram uma curta oração. Em seguida, o filho levou os pertences do pai, como o paletó estampado com naipe de baralho usado no momento da explosão.

O Cemitério informou que as cinzas serão entregues à família, mas não há data para outra cerimônia. Francisco, que morava em Ceilândia, deixou duas esposas, três filhos e outros parentes, e trabalhava como chaveiro e alugava quitinetes.

O homem-bomba faleceu de traumatismo cranioencefálico após tentar explodir um carro próximo à Câmara dos Deputados e seguir em direção ao STF, com o intuito de invadir o plenário e atacar ministros. Ele foi visto por servidores e seguranças antes de realizar o atentado.

No imóvel onde morava, armadilhas com explosivos foram encontradas após sua morte. O corpo de Francisco permaneceu no local após a explosão, enquanto policiais identificavam outros explosivos amarrados a ele.

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