O presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, conseguiu sobreviver a um pedido de impeachment no Parlamento, no último sábado (7), graças ao boicote dos membros de seu partido e aos protestos em Seul. Yoon causou uma crise política ao anunciar a lei marcial e enviar tropas ao Parlamento na terça-feira (3), medida que foi revogada após uma votação contrária dos deputados.
Os partidos de oposição propuseram o impeachment e o pedido precisava de dois terços dos votos. No entanto, a maioria dos membros do partido de Yoon boicotaram a sessão, o que resultou no fracasso da proposta.
Após a votação, os manifestantes expressaram indignação com a decisão e prometeram continuar mobilizados. Yoon, antes da votação, pediu desculpas e afirmou que deixaria seu destino nas mãos do partido.
Um possível impeachment deixaria Yoon suspenso aguardando julgamento. Sua popularidade despencou para 13%, e ele está sendo investigado por insurreição. Antes do ocorrido, Yoon enfrentava oposição no Parlamento e buscava proteger o país de ameaças externas.

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