
A ética parece estar ganhando mais espaço no cenário político, com o enfraquecimento das práticas tradicionais, a persistência da corrupção, a ausência de critérios racionais na gestão pública e a influência de interesses privados. A mídia tem aberto espaço para iniciativas éticas, como o programa do Instituto Não Aceito Corrupção, liderado pelo procurador Roberto Livianu.
Movimentos de depuração ética têm surgido na sociedade, impulsionados por escândalos de corrupção que abalaram a credibilidade das instituições públicas. Mesmo diante de negações, defensores de um Brasil ético não se convencem de que não houve corrupção nos governos anteriores. O impeachment de Collor foi um marco nesse despertar ético.
A relação entre ética e política é estreita, refletindo a busca por virtudes, felicidade e justiça. O aprimoramento ético na sociedade tem impacto direto na esfera política e na administração pública, influenciando o perfil das autoridades e a relação entre poder público e iniciativa privada.
Nesse contexto, o despertar da racionalidade tem impulsionado uma onda ética em diversas regiões do Brasil, reforçando a importância de valores éticos na política e na gestão pública.

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