Khamenei culpa EUA e Israel em 1º pronunciamento após queda de Assad na Síria

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

O líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, fez declarações contundentes sobre a situação na Síria, afirmando que a queda do governo de Bashar al-Assad é parte de uma estratégia orquestrada pelos Estados Unidos e Israel. “Não deve haver dúvidas de que o que aconteceu na Síria é o resultado de um plano conjunto americano e sionista”, disse em um discurso veiculado pela televisão estatal nesta quarta-feira (11).

Além de criticar a intervenção externa, Khamenei destacou que um país vizinho da Síria também desempenhou um papel significativo nos eventos recentes. O líder iraniano também rejeitou especulações sobre um possível enfraquecimento do Irã após a queda do governo sírio. Pelo contrário, Khamenei acredita que a situação pode levar a um fortalecimento da influência iraniana na região, desafiando a narrativa de que a perda de Assad seria um golpe para Teerã.

Khamenei enfatizou que o plano visa desestabilizar a região. “Esses analistas ignorantes não têm consciência do significado da resistência. Eles pensam que se a resistência enfraquecer, o Irã Islâmico também enfraquecerá. Mas eu digo, com a ajuda e o poder de Deus, o Irã é poderoso e se tornará ainda mais poderoso”, afirmou o líder supremo do Irã.

*Reportagem produzida com auxílio de IA

Publicado por Carol Santos

Facebook Comments

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Braço direito de ‘El Mencho’ também foi morto durante operação no México, diz governo

O Exército mexicano confirmou a morte de Hugo H., conhecido como El Tuli, braço direito de El Mencho, líder do Cartel Jalisco Nova...

Venezuela pede à ONU libertação de Maduro e aumenta o número de anistiados

A Venezuela pediu à ONU a libertação imediata do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, a primeira-dama Cilia Flores, em meio a...

Quatro anos de guerra na Ucrânia: há perspectivas para o fim do conflito?

Quatro anos de guerra na Ucrânia chegam hoje (24/02/2026) sem sinal de fim. O conflito, iniciado com a invasão russa em 2022, permanece...