Ambos discursaram na Academia Militar do Barro Branco, em meio a uma crise na segurança pública após casos de violência policial. Tarcísio garantiu o cargo de Derrite, mas reconheceu que o discurso propagado por eles influencia o comportamento da tropa nas ruas e prometeu corrigir o rumo com medidas para a segurança pública de São Paulo.
Derrite alertou os novos oficiais sobre a delicadeza do momento e destacou a importância da legalidade na liderança da tropa. Tarcísio ressaltou a necessidade de profissionalismo e seguir procedimentos, orientando os oficiais a manterem contato próximo com os subordinados.
Em novembro, houve ao menos sete casos de violência policial em São Paulo, incluindo um homem atirado de uma ponte, um assassinato durante tentativa de roubo em um mercado e a morte de uma criança de 4 anos. Esses incidentes levaram a prisões e afastamentos de policiais.
Tarcísio admitiu os erros em relação às câmeras corporais e prometeu ampliar o programa. Ele se reuniu com uma especialista em segurança pública da FGV para discutir medidas adicionais. O governador quer que a pasta se dedique mais às políticas públicas, implemente ações para melhorar os indicadores e fortaleça a atuação da Corregedoria Policial Militar.

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