Sem Silvio Santos, TV tem ano de mudanças com Eliana na Globo e novela na Netflix

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Sem Silvio Santos, TV tem ano de mudanças com Eliana na Globo e novela na Netflix

Em 2024, o Brasil enfrentou mudanças significativas na televisão após a morte de Silvio Santos, um dos maiores nomes da história da TV brasileira. Com a ascensão das plataformas de streaming, os principais canais do país passaram por reformulações, incluindo troca de profissionais, demissões e novos programas.

Fundador do SBT, Silvio Santos foi fundamental na construção do modelo de TV aberta no Brasil. Sua morte gerou repercussão em toda a programação brasileira, culminando em um encontro de apresentadores de diferentes emissoras no Melhores do Ano da Globo.

Um dos destaques desse ano foi a ida de Eliana para a Globo após 15 anos no SBT. A apresentadora assinou contrato para comandar o programa feminino Saia Justa no GNT, além da nova temporada do reality musical The Masked Singer, prevista para janeiro.

Outra mudança relevante foi a saída de Boninho da Globo para novos desafios no SBT, onde irá comandar um reality show de confinamento e um programa feminino. O SBT, sob o comando de Daniela Beyruti, dispensou Raul Gil e trouxe novos talentos como José Luiz Datena e Virginia Fonseca.

Enquanto as emissoras de TV passaram por transformações, as plataformas de streaming ganharam destaque. A Netflix lançou a pseudonovela “Pedaço de Mim”, estrelada por Juliana Paes, enquanto a HBO Max prepara novelas com ex-globais como Camila Pitanga, Giovanna Antonelli e Camila Queiroz.

Além disso, artistas como Bruna Marquezine migraram para a produção de séries, como é o caso de “Amor da Minha Vida”, produzida pela Disney. A concorrência entre as plataformas de streaming tem se acirrado, com Netflix e Disney+ disputando mercado com HBO Max e Apple TV+, em busca de prestígio e audiência.

Apesar das mudanças e inovações no cenário televisivo e de streaming, a discussão sobre a regulamentação do streaming no Brasil segue pendente, sem avanços significativos em 2024. O tema deve ganhar destaque em 2025, envolvendo o Ministério da Cultura, produtoras brasileiras e as gigantes do streaming que dominam o mercado nacional.

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