Emendas: Dino pede que AGU comprove recursos “imprescindíveis” à Saúde

Publicado:

compartilhe esse conteúdo



O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou à Advocacia-Geral da União (AGU) a comprovação da necessidade de R$370 milhões em emendas de comissão (RP8) para cumprir o piso constitucional da Saúde. Essa decisão ocorre em meio a um impasse sobre o pagamento de emendas que estavam autorizadas, mas foram suspensas visando mais transparência.

O STF responde à AGU, que pediu esclarecimentos sobre uma decisão anterior do ministro que permitia a utilização desses recursos até 10 de janeiro de 2025. Em meio a dúvidas sobre a execução orçamentária, a AGU recomendou ao governo federal que suspendesse o pagamento de R$4,2 bilhões até que a questão fosse totalmente esclarecida.

O ministro reforçou a necessidade de comprovação objetiva da importância desses recursos para garantir o piso constitucional da Saúde. A AGU deve fornecer detalhes sobre os valores e especificar as emendas provenientes da Câmara dos Deputados e do Senado, juntamente com os respectivos montantes.

A decisão requer urgência na apresentação dos dados pela AGU, à medida que o prazo para movimentação orçamentária se aproxima do limite estabelecido.

As emendas de comissão são instrumentos legislativos que permitem que deputados e senadores determinem recursos do orçamento para áreas específicas, através de acordos nas comissões permanentes.


Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

CPTM amplia pagamento por aproximação para todas as estações

A CPTM vai ampliar o pagamento por aproximação para todas as 97 estações de sua malha, iniciando em 19 de abril e consolidando...

Coaf aponta repasse de R$ 27 milhões do Banco Master ao Metrópoles e movimentações para empresas ligadas a Luiz Estevão

Resumo: o Banco Master repassou 27,2 milhões de reais ao portal Metrópoles entre 2024 e 2025, conforme relatório do Coaf, com operações classificadas...

Israel diz ter matado secretário pessoal e sobrinho do líder do Hezbollah

Um recorte rápido: a escalada entre Israel, o Líbano e o Irã ganhou contornos mais densos após ataques em Beirute, com um balanço...