Prisão de GCM que matou secretário é convertida em preventiva

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Resumo: Guarda civil é preso preventivamente após matar secretário em Osasco. Motivo: insatisfação com mudanças na equipe de segurança. Tiros na prefeitura durante reunião. Vítima foi baleada após encontro com guardas. Não houve civis envolvidos. Perfil profissional e pessoal da vítima.

A prisão em flagrante do guarda civil Henrique Marival de Sousa, que atirou no secretário-adjunto de Segurança e Controle Urbano de Osasco, foi convertida em preventiva após audiência de custódia. O GCM demonstrava inconformismo com alterações na equipe de segurança da prefeitura. A vítima foi baleada durante uma reunião na prefeitura, onde tiros foram ouvidos. O suspeito trancou a porta, impedindo o acesso de funcionários. Não houve envolvimento de civis no incidente.

Adilson Custódio Moreira, nascido em Jequitinhonha, Minas Gerais, mudou-se para Cabreúva, São Paulo, aos 6 anos. Em Osasco desde 1988, ingressou na Guarda Municipal em 1992. Desenvolveu diversas funções na corporação, envolvendo-se em projetos de melhorias e modernização. Seu perfil era de um profissional dedicado e comprometido com suas atribuições.

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