Apenas 6,2% dos municípios baianos implementaram planos diretores de drenagem, revela o IBGE. A baixa adesão pode agravar problemas como inundações. A falta de planejamento afeta a eficácia dos sistemas de drenagem e aumenta os riscos em períodos chuvosos. Especialistas ressaltam a importância de ações preventivas e sustentáveis para garantir a segurança e qualidade de vida nas áreas urbanas.
Apenas 26 municípios na Bahia têm plano diretor para drenagem, um percentual menor que a média nacional de 14,3%. A implementação desses planos é crucial para minimizar o impacto de inundações, erosões e contaminação hídrica. A falta de preparo adequado expõe a maioria das cidades baianas a riscos, como evidenciado em municípios como Casa Nova, Barreiras e Teixeira de Freitas.
Apesar de 93% dos municípios baianos declararem possuir algum serviço de drenagem, a cobertura ainda é inferior à média nacional. A necessidade de novos planos de manejo de águas pluviais e diretores urbanos é evidente, principalmente diante de desastres naturais potenciais.
A falta de uma secretaria exclusiva para drenagem em municípios baianos é um obstáculo para uma gestão eficaz e integrada. A utilização de soluções baseadas na natureza, como valas de infiltração e renaturalização de cursos d’água, ainda é limitada na Bahia, revelando a necessidade de planos diretores mais abrangentes e sustentáveis.
Implementar planos diretores de drenagem é essencial para garantir a segurança e a sustentabilidade das áreas urbanas, prevenindo danos e melhorando a qualidade de vida da população.

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