Resumo: Maria Francileide, esposa de um policial assassinado em São Paulo, foi presa sob suspeita de ser a mandante do crime, após a polícia apontar sua frieza e mentiras. Em meio às investigações, evidências sugerem sua participação ativa no homicídio, contradizendo suas alegações.
Maria Francileide, de 55 anos, foi presa pela polícia sob a suspeita de envolvimento na morte de seu marido, o policial civil Arnaldo José Nascimento. Durante as investigações, a polícia revelou que ela mentiu sobre sua relação com os suspeitos e foi flagrada na residência do atirador foragido. Imagens de câmeras de segurança mostram sua aparente tranquilidade após o crime, levantando suspeitas sobre sua participação. As evidências coletadas indicam seu possível papel na elaboração do homicídio, contrariando suas declarações anteriores. A polícia destaca que os indícios apontam Francileide como a mandante do assassinato, apesar de suas negativas.
Durante os interrogatórios, a esposa do policial negou conhecer diretamente os suspeitos, alegando apenas familiaridade com a esposa do atirador. No entanto, testemunhas relataram que ela mencionou estar a caminho da residência do responsável pelo homicídio. A polícia reforça que as evidências coletadas respaldam a acusação de que Francileide teria planejado o crime, mesmo diante de suas negações constantes.
A polícia enfatiza que a postura e as contradições de Maria Francileide levantam suspeitas, indicando sua possível participação ativa no crime. Apesar de seu posicionamento de negação, as investigações seguem em andamento para esclarecer totalmente o caso e determinar a real participação da suspeita no assassinato de seu marido, o policial civil Arnaldo José Nascimento.

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