Surgiu um acordo após 15 meses do início da guerra na Faixa de Gaza, desencadeada por um violento ataque terrorista ao povo judeu. A resposta desproporcional de Israel gerou um alto custo humano e econômico para os palestinos, resultando em milhares de mortes, reféns e destruição. O acordo assinado hoje reflete a exaustão do conflito e da guerra midiática, tornando a continuidade do confronto insustentável para a parte mais forte.
A primeira fase do cessar-fogo, marcada para 19 de janeiro, terá a libertação de 33 reféns israelenses, priorizando vulneráveis. A paralisação das hostilidades e a retirada das forças militares israelenses de áreas estratégicas estão entre os principais pontos. O apoio dos Estados Unidos foi crucial para as negociações, visando normalizar relações regionais. O acordo é celebrado como uma vitória pelo Hamas e como um desafio diplomático para Israel.
As Nações Unidas se mostraram aliviadas pela possibilidade de aumentar a ajuda humanitária aos palestinos em situação precária. As novas lideranças do Hamas veem o acordo como uma derrota para Israel, enquanto o presidente israelense destaca os esforços diplomáticos. A pressão interna e a iminente mudança presidencial nos EUA trazem incertezas sobre o futuro da região após o acordo.

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