Operação para prender presidente sul-coreano durou 6 horas e contou com mais de 1.000 policiais

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O presidente afastado da Coreia do Sul, Yoon Suk-yeol, foi detido pela polícia do país após intensas negociações, confrontos e resistência de seus apoiadores. A prisão, que durou cerca de seis horas, envolveu mais de 1.000 policiais e agentes anticorrupção, marcando um momento histórico no país.

Yoon é investigado por insurreição, tendo declarado lei marcial em dezembro, sendo o primeiro presidente sul-coreano a ser detido durante o mandato. Esta prisão ocorreu após uma tentativa frustrada anteriormente, destacando a tensão política e social no país.

Antes de seu mandato, Yoon era reconhecido como um promotor de justiça popular entre os conservadores, com propostas conservadoras e antifeministas. No entanto, seu governo foi marcado por escândalos pessoais e oposição crescente, levando ao seu afastamento e posterior prisão.

O impeachment de Yoon foi motivado pela declaração de lei marcial, o que suscitou debates sobre influências externas no parlamento. Essa medida restringiria atividades políticas e cívicas, além de reforçar o controle estatal sobre a mídia, sendo aprovada em um contexto de intensa polarização política.

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