Um acordo entre Gol e Azul pode resultar na fusão das duas companhias, consolidando 60% do mercado aéreo no Brasil. O novo empreendimento terá conselheiros das duas empresas e independentes. A fusão aguarda o fim da recuperação judicial da Gol nos EUA, prevista para abril, e a aprovação de órgãos reguladores.
Reprodução/Instagram/@voegoloficial
Gol enfrenta uma dívida em torno de R$ 5 bilhões
O acordo estabelecido com a AGU prevê a regularização de dívidas tributárias das empresas, totalizando R$ 7,5 bilhões. Descontos, flexibilização de prazos e utilização de créditos fiscais estão entre os benefícios. A Azul, com dívida acima de R$ 2,5 bilhões, pagará inicialmente R$ 36 milhões, enquanto a Gol, com débito de cerca de R$ 5 bilhões, quitará R$ 880 milhões. Ambas apresentaram garantias para cumprir os acordos, que não impactarão o endividamento da Gol.
A Gol, em recuperação nos EUA, planeja investir US$ 1,85 bilhão para fortalecer suas operações. A fusão cria expectativas no mercado aéreo nacional e aguarda aprovações para se concretizar.

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