ONU remaneja verba, e agência para migrantes volta a atuar no Brasil

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

A OIM, agência da ONU para migrantes, retomou parcialmente suas atividades no Brasil após cortes do governo de Donald Trump. Graças a um remanejamento de verba, a organização conseguiu retomar a Operação Acolhida em Roraima, auxiliando os imigrantes venezuelanos que chegam diariamente.

As ações da OIM nos abrigos, na documentação e regularização migratória, assim como na assistência à interiorização dos imigrantes, estão em pleno funcionamento. O objetivo é garantir uma migração digna e humanizada, beneficiando tanto os migrantes quanto a sociedade receptora.

Após a suspensão temporária dos fundos de assistência humanitária vindos do Escritório de Refugiados e Imigrantes e da Usaid, a OIM teve que recorrer a outras fontes de financiamento para manter suas operações no Brasil. Essa ação também possibilitou que a organização retomasse projetos em países como México, Guatemala, Honduras e Panamá, contribuindo para auxiliar imigrantes a retornarem voluntariamente a seus países de origem.

Enquanto isso, o Brasil continua a receber mais de 400 imigrantes venezuelanos por dia em Pacaraima, cidade na fronteira com a Venezuela, que buscam se estabelecer no país.

Com essas medidas, a OIM reforça seu compromisso em auxiliar e proteger pessoas em movimento, mesmo diante dos desafios enfrentados pela pandemia e mudanças nas políticas de ajuda humanitária.

Facebook Comments

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Polícia dos EUA confirma que sangue encontrado pertence à mãe de Savannah Guthrie

A polícia dos EUA confirmou nesta quinta-feira, 5, que o sangue encontrado na casa da mãe de Savannah Guthrie pertence a Nancy Guthrie,...

Trump publica vídeo que retrata Obama e Michelle como macacos

O atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou na Truth Social um vídeo de cerca de um minuto que divulga uma teoria...

Trump defende novo tratado nuclear para substituir o New START

Meta descrição: Trump defende um novo tratado nuclear para substituir o New START, com possível inclusão da China, após o acordo expirar em...