Silvio Almeida, ex-chefe do Ministério dos Direitos Humanos, relembra com coragem as acusações de assédio sexual que sofreu durante sua passagem pelo governo. Ele declara: “Tentaram me matar. Mas não deu certo […] E se morto levanta, acabou o velório”. Diante das tentativas de difamação, Almeida anuncia seu retorno ao trabalho nas redes sociais e na produção de livros.
Enfrentando um período difícil, Almeida compartilhou em suas redes sociais o desafio de superar a tentativa de apagar três décadas de trabalho sério, dedicação e renúncia. Preparando-se para novos desafios, ele revela planos de relançar seu canal no YouTube e trabalhar em uma nova edição do livro “Racismo Estrutural”. Além disso, destaca que está prestes a concluir um livro que estava em desenvolvimento durante seu tempo como ministro.
Relembre o caso
Silvio Almeida foi demitido por Lula após denúncias de assédio sexual, o que resultou em uma declaração do governo federal reiterando a intolerância à violência contra as mulheres. Uma das vítimas apontadas foi a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco. A organização Me Too Brasil, que acolhe vítimas de violência sexual, confirmou ter sido procurada por mulheres que relataram supostos episódios de assédio sexual por parte do ministro. Desde então, Almeida nega veementemente as acusações, classificando-as como “mentiras”.
Diante das adversidades, Silvio Almeida se mantém firme em sua luta, reforçando que a verdade prevalecerá. Sua determinação em retomar suas atividades e sua postura firme frente às acusações infundadas inspiram perseverança e resistência.

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